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quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

VOLTEI

2008 acabou, 2009 chegou e o carroceiro esteve ausente do blog por motivos de força maior.
Estamos voltando à ativa aos poucos, adaptando-se as novas regras gramaticais e todas essa coisa do ano novo.
Assim, 2009 começa com uma entrevista do prefeito desta "capital" ao portal Terrra, na qual esclarece alguns pontos que não constavam em seu discurso ultimamente.
Agora, para os que já tiveram a ombridade de defender Goiânia aqui neste blog, como a melhor capital do país, que possui infraestrutura suficiente para desbancar muitas cidades do mesmo porte, peço humildemente : atente-se as palavras do mestre, e seja um pouco mais realista e participativo[ se sobrar fôlego].
 O senhor pretende criar 7 subprefeituras neste ano. Por quê? É uma tendência das grandes cidades? Ainda na reforma proposta pelo senhor, há indicação de "modernizar a máquina administrativa". Como se daria isso?
São 7 administrações regionais. É muito difícil para um prefeito comandar, bem de perto, a rotina administrativa de uma capital com aproximadamente 1,3 milhão de habitantes e quase 700 bairros. Trata-se da necessária descentralização do serviço oferecido à população, uma tendência mundial. O cidadão precisa ter alguém mais próximo da sua casa para encaminhar a solicitação, a denúncia, a reclamação contra algum órgão que não esteja atendendo à altura. Realizamos dezenas de mutirões nos bairros, atividade em que os órgãos da prefeitura se deslocam aos bairros para atender a população nos finais de semana, mas mesmo assim a demanda continua alta. Daí a necessidade urgente da instalação das administrações regionais.
Goiânia até hoje sofre na área de saúde e transporte. Na saúde, há uma antiga briga entre Estado e município, principalmente no que se refere à responsabilidade sobre o atendimento para pacientes do interior, que acabam indo parar nas unidades municipais de saúde. Alguma proposta nova para solucionar esse impasse em 2009?
Não há uma antiga briga entre Estado e município na saúde, mas sim a falta de compromisso com o cumprimento da prerrogativa constitucional que estabelece o índice de investimentos no setor. A prefeitura jamais deixou de investir menos de 15% na saúde, muitas vezes 17% e até 18%. Nos últimos oito anos, o Estado investe apenas 7%, 8% da receita em saúde. A União, da mesma forma, deixa a desejar. O nosso clamor é para que todos os poderes invistam o que está escrito na Constituição, nada mais. De cada 100 usuários que procuram as unidades de saúde de Goiânia, 47% são originários de cidades do interior goiano ou de outros Estados. Se a prefeitura ficasse responsável apenas pelos cidadãos da capital, o atendimento de saúde em Goiânia seria um dos melhores do País.
No ano passado, houve uma licitação para contratação de empresas de ônibus, mas as queixas dos passageiros ainda são bem numerosas. A aquisição de novos veículos não resolveu os principais problemas reclamados por eles, como superlotação, demora das viagens e localização dos pontos. Nove meses depois da licitação, o cronograma de investimentos está bastante atrasado. Paralelamente, Goiânia é uma das capitais onde mais cresce o número de carros e motos novos nas ruas. Como resolver essa questão sem que fique parecendo mais uma nova promessa?
Proporcionalmente, Goiânia é a cidade que possui mais veículos por habitante em todo o País. O desafio é enorme, mas a capital ficou muito tempo parada no tempo, sem investimentos de vulto. Mudamos esse quadro da água para o vinho. Em quatro anos, realizamos a licitação pública e adquirimos 1.043 novos ônibus. Cerca de 400 novos pontos de ônibus estão sendo instalados e o próximo passo é a reforma e construção de terminais. Outros 80 ônibus seletivos começam a rodar este ano para incentivar o cidadão a deixar o veículo em casa. Paralelamente, viadutos e trincheiras estão sendo construídos em todas as regiões da cidade para eliminar pontos de estrangulamento no trânsito. Apesar de alguns atrasos no cronograma de investimentos, a transformação no eixo trânsito-transporte de Goiânia é visível. 
E ae?
Mas, ser apenas realista, não é o suficiente.
Acredito que, não existe melhor momento do que esse para se FAZER algo. Pq?
Well, temos situações ímpares acontecendo nos últimos  anos, que contribuem para que uma nova elite pensante e ativa venha dar soluções às mais variadas formas de problemas que permeiam nossa sociedade.[não, não são os nerds, eles dominaram o mundo, mas quem disse que isso é bom???]
Não que eu seja uma dessas mentes, mas fica a dica pra quem quer se arriscar.;-]

Tentaremos manter a ordem aqui na Carroça, com posts frequentes e mais estruturados do que esse.
[]

Reações:

2 comentários:

Mestre Zen disse...

Enfim hein??? O.o
Tava demorando ué
Voltou com o Iris na cabeça hehehe

Aurélio Reis disse...

é mestrezen... aos poucos a carroça pega, nem que seja no tranco...
iris? quem???
;-]